
Jatobá
A história do jatobá é marcada por seu profundo significado cultural e espiritual para os povos indígenas brasileiros, que o consideravam um patrimônio sagrado, utilizando o fruto para trazer equilíbrio em rituais de meditação.
O nome da árvore, de origem tupi, significa "árvore de fruto duro". Além de seu valor místico, o jatobá é conhecido por sua madeira valiosa, sua resina (copal), usada em medicina popular e rituais, e sua polpa comestível, rica em ferro e indicada para combater a anemia.
Importância Cultural e Espiritual
Patrimônio Sagrado:
Os indígenas consideravam o jatobá uma árvore sagrada e mística, utilizando seus frutos em rituais para promover o equilíbrio mental.
Mito Indígena:
Na mitologia do povo Kaapor, o criador Mahyra surgiu de um jatobazeiro após um grande incêndio e ensinou aos homens como plantar e viver em harmonia, tornando a árvore um símbolo de renovação e sustento.

Usos tradicionais

Características Botânicas
Origem e Ocorrência:
O jatobá é nativo da América tropical, com forte presença no Brasil (Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado), além de outros países como México e Bolívia.
Fruto:
Possui um fruto de casca dura, com uma polpa farinácea que envolve as sementes.
Madeira:
Sua madeira é de alta qualidade, durável e versátil, sendo usada na construção civil, fabricação de móveis, instrumentos musicais e pisos.
Sustentabilidade e propósito:
A Paiol utiliza apenas madeiras de manejo responsável, dando novo ciclo a troncos que carregam décadas de vida.
Mais do que mobiliário, entregamos uma forma consciente de valorizar o que a natureza cria: sem excessos, sem desperdício, com respeito e propósito.
.png)