
Pequiá
A história da árvore Pequiá está ligada ao seu nome de origem Tupi, "pyki", que significa "fruto espinhoso", referindo-se ao seu fruto característico de casca pontiaguda e à sua importância cultural e alimentar nos biomas brasileiros, especialmente no Cerrado.
Existem diferentes espécies de pequi, como o Caryocar brasiliense no Cerrado e o Caryocar villosum (pequiá) na Amazônia e Nordeste, ambas com usos gastronômicos, medicinais e para extração de óleo.
O nome pequi (e pequiá) tem origem no tupi-guarani "pyki", que significa "casca espinhosa" ou "fruto espinhoso", uma referência direta ao endocarpo espinhoso do fruto.
O pequi é símbolo da culinária do Cerrado, muito apreciado em pratos como o arroz com pequi e a galinhada.
A polpa da fruta e a amêndoa do caroço são usadas para extrair óleo, que é utilizado na alimentação, na indústria cosmética e em medicina popular para tratar gripes e bronquites.

Para a etnia Kuikuro do Xingu, a colheita do pequi é uma celebração sagrada que homenageia o beija-flor e está ligada a mitos de origem, considerando o fruto uma planta sagrada.
Sustentabilidade e propósito:
A Paiol utiliza apenas madeiras de manejo responsável, dando novo ciclo a troncos que carregam décadas de vida.
Mais do que mobiliário, entregamos uma forma consciente de valorizar o que a natureza cria: sem excessos, sem desperdício, com respeito e propósito.
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